quarta-feira, 17 de abril de 2013

PAIS E FILHOS NO REINO DE DEUS

Estudo extraído do livro “Pais e Filhos no Reino de Deus”, de Miles Monroe.

  • Assim como o Senhor criou Adão e Eva à sua própria imagem, os filhos deles deveriam possuir a imagem de seus pais. – Gn 1.26:28
  • Fomos criados para parecermos com Deus: pensarmos como Ele, carregarmos suas características peculiares.
  • O principal intuito dos pais deve ser o de querer que o filho se pareça com eles próprios – compartilhando os mesmos valores, agindo com os mesmos princípios de conduta e carregando as mesmas características.
  • Não devemos viver de uma maneira e dizer aos nossos filhos que vivam de outra. – Pv 20.11
  • O Senhor deseja que seus filhos carreguem a sua semelhança. – Rm 8.29,30
  • Cristo foi a verdadeira e perfeita representação de seu Pai. – Jo 14.9
  • Os filhos devem sentir Deus nos corações dos pais.
  • Ou você ensina seus filhos ou alguma outra pessoa irá fazê-lo e, a menos que você forneça a eles instruções corretas, provavelmente não gostará dos resultados. – Pv 22.15.
  • Pecar é essencialmente rebelar-se, o que está profundamente enraizado em nosso coração. Qualquer um que seja pai ou mãe sabe que essa rebeldia está no coração de suas crianças desde o nascimento – Pv 22.15
  • Cada um de nós reflete em nossas vidas ou em nossaS atitudes o caráter e o comportamento daqueles que nos influenciaram desde pequeninos.
  • Pais conscientes devem estar constantemente guardando e protegendo seus filhos de influências negativas em sua formação.
  • O objetivo de termos filhos é criar crianças que desfrutem um correto relacionamente com deus, indivíduos que estejam de acordo com as vontades do criador e desejem agradá-lo, pessoas que reflitam a sua natureza. - Pv 22-6.
  • Os pais têm o dever de educar os filhos de uma forma que aprendam amar a deus com todo o coração e ter uma vida consagrada.
  • O livro de provérbios é um excelente meio de informação para pais conscientes, porque grande parte dele foi escrito na perspectiva de um pai que dá sábios conselhos ao seu filho. – Pv 22.6
  • Nosso trabalho básico como pais é ensinar aos filhos a pensar, falar e viver corretamente – e assim mostrar-lhes o caminho certo na vida.
  • Afim de ensinar o caminho para nossas crianças, devemos conhecê-lo por nós mesmos.
  • Como conseguiremos instruir as crianças a confiar em deus sobre todas as coisas, se não mostrarmos essa confiança a eles em nossas própria vida.
  • Não há presente melhor nem herança maior que os pais possam transmitir aos seus filhos do que instruí-los no caminho do senhor para amá-lo com todo seu coração.
  • Educação correta beneficia os pais e as crianças. Os filhos são favorecidos pela instrução por que isso os prepara para a vida. E os pais, porque as crianças bem criadas e instruídas retribuem com bênçãos, honra e respeito tanto o pai como a mãe. – Ef 6.1-3
  • Aprender a ceder e obedecer aos seus pais na terra ensina as crianças a como fazer o mesmo com o seu pai do céu.
  • Controle: é o pré-requisito fundamental para a educação.
  • Todo professor sabe que não se consegue ensinar os alunos a não ser que haja controle na sala de aula. E o mesmo se aplica aos pais.
  • Os filhos, em determinadas ocasiões, podem criar obstáculos, mas seja firme.
  • Quando você cede, entrega o controle às crianças.
  • Crianças precisam de orientação paciente, disciplina consistente e limites claros e definidos.
  • Elas precisam sentir-se protegidas e seguras para crescerem livres do medo, da ansiedade e dos problemas psicológicos. – Pv 29.15
  • Filhos não se educam sozinhos. – Ef 6.4
  • Cumpra o que prometer aos seus filhos, desta forma eles acreditarão quando você mostrar que se deve dar importância as verdadeiras coisas da vida.
  • Discipline seu filho de forma justa e correta.
  • Evite favorecimentos. Este foi o erro de Jacó em relação a José.
  • Não deixe suas crianças por conta própria.
  • Estas são diretrizes fundamentais que os ajudarão a obter êxito como pais – Pv 29.17
  • Os filhos devem ser criados e educados com atenção. Caso contrário crescerão selvagens. A disciplina é uma parte indispensável deste processo.
  • É muito importante explicar a razão da punição aos filhos – Pv 22.15
  • Não deixe de corrigir seus filhos se quiser que eles se tornem responsáveis e sensíveis às boas influências.
  • O alimento mais importante que podemos fornecer aos nossos filhos é o alimento espiritual.
 Pr. Expedito José



terça-feira, 16 de abril de 2013

O ESPÍRITO SANTO É DEUS

O ESPÍRITO SANTO É DEUS

I. PERSONALIDADE DO ESPÍRITO

A) Provada por Suas Características:
1) Ele é inteligente (1Co 2.10,11). 2) Ele tem emoções (Ef 4.30).
3) Ele tem vontade ( 1Co 12.11).
B) Provada por Sua Obras: 1) Ele ensina (Jo 14.26). 2) Ele guia (Rm 8.14).
3) Ele comissiona (At 13.4). 4) Ele dá ordens a homens ( At 8.29).
5) Ele age no homem (Gn 6.3).  6) Ele intercede (Rm 8.26). 7)
7) Ele fala (Jo 15.26; 2Pe 1.21).
C) Provada pelo que Lhe é Atribuído: 1) Ele pode ser obedecido (At 10.19-21). 2) Pode-se mentir a Ele (At 5.3).
3) Ele pode ser resistido (At 7.51). 4) Ele pode ser reverenciado (Sl 51.11).
5) Pode-se blasfemar contra Ele (Mt 12.31). 6) Ele pode ser entristecido (Ef 4.30).
7) Ele pode ser ultrajado (Hb 10.29).

II. A DIVINDADE DO ESPÍRITO

A) Provada pelos Seus Nomes:
1) Nomes que relacionam o Espírito em pé de igualdade às demais Pessoas da Trindade (1Co 6.11).
2) Nomes que O apresentam realizando obras que somente Deus pode fazer (Rm 8.15; Jo 14.16)
B) Provada por Suas Características: O Espírito possui atributos divinos:
1) Onisciência   (1Co 2.10,11). 2) Onipresença (Sl 139.7).
3) Onipotência (Gn 1.2). 4) Verdade (1Jo 5.6).      
5) Santidade (Lc 11.13). 6) Vida (Rm 8.2).
7) Sabedoria (Is 40.13).

C) Provada por Suas Obras: Ao Espírito são atribuídas obras que somente Deus pode realizar.
1) Criação (Gn 1.2). 2) Inspiração (2Pe 1.21).
3) Gerar a Cristo em Sua encarnação (Lc 1.35).   4) Convencer o homem (Jo 16.8).
5) Regenerar o homem (Jo 3.5,6). 6) Consolar  (Jo 14.16).    
7) Interceder (Rm 8.26,27). 8) Santificar (2Ts 2.13).

D) Provada por Sua Associação em pé de igualdade: Com as demais Pessoas da Trindade (At 5.3,4; Mt 28.19; 2Co 13.13)


III. A PROCESSÃO (procedência)  DO ESPÍRITO

A) Definição:
Processão é uma palavra que tenta descrever o eterno relacionamento entre o Espírito e as outras duas Pessoas da Trindade. Ele procedeu eternamente do Pai e do Filho sem que isso dividisse ou alterasse, de algum modo, a natureza de Deus. João 15.26 afirma expressamente que o Espírito procede do Pai, ao passo que a idéia de Sua processão do Filho vem de versículos como Gálatas 4.6, Rm 8.9 e Jo 16.7.
IV. TIPOS E ILUSTRAÇÕES DO ESPÍRITOVestimenta ( Lc 24.49); Pomba (Mt 3.16; Mc 1.10; Lc 3.22; Jo 1.32)
Penhor (2Co 1.22; 5.5; Ef 1.14); Fogo (At 2.3)
Óleo (Lc 4.18; At 10.38; 2Co 1.21; 1Jo 2.20);Selo (2Co 1.22; Ef 1.13; 4.30)
Servo ( Gn 24); Água (Jo 4.14; 7.38,39)
Vento (Jo 3.8; At 2.1,2)


V. OBRA DO ESPÍRITO NO ANTIGO TESTAMENTO
A) Na Criação:
O Espírito deu à criação:
1) Vida (Sl 104.30; Jó 33.4). 2) Ordem (Is 40.12; Jó 26.13).
3) Beleza ( Sl 33.6; Jó 26.13). 4) Preservação (Sl 104.30).


VI. A OBRA DO ESPÍRITO NA REVELAÇÃO E INSPIRAÇÃO

1) Revelação significa o desvendamento de algo que era previamente encoberto ou desconhecido. A revelação diz respeito ao material (i.e., o que).
2) Inspiração é o processo divino de supervisão dos autores humanos da Bíblia, de modo que, usando suas próprias personalidades e estilos, compuseram e registraram sem erro as palavras de Deus pra Sua revelação ao homem nos manuscritos originais (os autógrafos). A inspiração diz respeito ao modo (i.e., o como).
B) O Autor da Revelação É o Espírito Santo: A passagem mais específica é 2 Pedro 1.21  (cf. 2Sm 23.2; Ez 2.2; Mq 3.8; Mt 22.43; At 1.16; 4.25)
C) Os Meios da Revelação: O Espírito usou: 1) A palavra falada (Ex 19.9).; 2) Sonhos (Gn 20; 31).
3) Visões (Is 6.1).; 4) A Palavra escrita (Jo 14.26; 1Co 2.13); 5) Cristo
D) O Autor da Inspiração É o Espírito Santo: 1) Do Antigo Testamento (2Sm 23.2,3; 2Tm 3.16; Mc 12.36;  At 1.16; 28.25; Hb 3.7; 10.15,16).
2) Do Novo Testamento. A) A inspiração do Novo Testamento foi pré-autenticada por Cristo (Jo 14.26).
B) Ela é afirmada pelos autores do Novo Testamento (1Co 14.37; Gl 1.7,8; 1Ts 4.2,15;  2Ts 3.6,12,14).
C) Ela é atestada mutuamente pelos apóstolos (1Tm 5.18; 2Pe 3.16).

VII. A OBRA DO ESPÍRITO NA VIDA DE CRISTO
A) Em Seu Nascimento Virginal:
O Espírito Santo realizou a concepção no útero de Maria   (Lc 1.35).B) Em Sua Vida: 1) Cristo foi ungido pelo Espírito (Lc 4.18; At 10.38). Essa unção ocorreu em Seu batismo, mas não é idêntica ao batismo (Jo 1.32). Essa unção significa capacitação para o serviço; 2) Cristo foi cheio do Espírito (Lc 4.1).; 3) Cristo foi selado com o Espírito (Jo 6.27) ; 4) Cristo foi guiado pelo Espírito (Lc 4.1); 5) Cristo foi capacitado pelo Espírito     (Mt 12.28).C) Em Sua Morte: (Cf. Hb 9.14; alguns citam também Rm 1.4)D)Em Sua Ressurreição: (1Pe 3.18, possivelmente.)

VIII. A OBRA DO ESPÍRITO NA SALVAÇÃO

A) Convencimento:
(Jo 16.8-11)
1) Definição: Convencer (Jo 16.8) significa esclarecer a verdade do evangelho perante a pessoa não salva, de modo que seja reconhecida como verdade, quer a pessoa receba ou não a cristo como seu Salvador.
a) Do pecado. O estado pecaminoso do homem se deve à sua incredulidade.
B) Da Justiça. O homem é convencido da justiça de Cristo porque Ele ressurgiu e ascendeu à direita do Pai.
C) Do juízo. O Espírito convence sobre o juízo vindouro porque satanás (o maior inimigo) já foi julgado.
B) Regeneração: (Tt 3.5)
1) É O ato divino de geração espiritual, pelo qual Ele comunica vida eterna e nova natureza. 2) Meio: É a obra de Deus, particularmente do Espírito  (Jo 3.3-7; Tt 3.5). A fé é o requisito humano em presença do qual o Espírito regenera, e a Palavra de Deus fornece o conteúdo cognitivo da fé.
3) Características: a) É um ato instantâneo, não um processo (embora seus antecedentes e conseqüências possam ser processos).
b) É não-experimental (não se deriva ou baseia em experiência, embora seja seguida das experiências comuns à vida cristã).
4) Conseqüências: a) Uma nova natureza (2Co 5.17)   
b) Uma nova vida ( 1Jo 2.29).

C) Habitação: ( 1Co 6.19).
1) As pessoas habitadas: Todos os verdadeiros crentes, porque:   
a) Mesmos crentes em pecado desfrutam da habitação (1Co 6.19)
b) O Espírito é um dom ( Rm 5.5)
c) A ausência do Espírito é prova da condição de não-salvo (Rm 8.9).                   
2) A Permanência da habitação: Os crentes podem perder a plenitude do Espírito, mas não a Sua habitação (Jo 14.16).
3) Problemas com a habitação: a) A obediência é uma condição  (At 5.32)? Sim, mas a obediência à fé cristã (At 6.7; Rm 1.5)
b) Algumas pessoas não foram apenas temporariamente habitadas? Sim, mas apenas antes do dia de Pentecostes (1Sm 16.14)
c) Qual a relação entre a unção e a habitação? Elas ocorrem ao mesmo tempo, mas com propósitos diferentes: a habitação é a presença de Deus na vida do crente, ao passo que a unção o capacita a ser ensinado pelo Espírito (1Jo 2.20,27).


IX. OS DONS DO ESPÍRITO
A) Definição:
Um dom espiritual é uma capacidade dada por Deus ao crente para desempenho de um serviço. Não é um lugar de serviço, nem um ministério para um grupo etário especifico, nem um procedimento.
B) Distribuição:1) Fonte: O Espírito ( 1Co 12.11)
2) Extensão: Todo crente tem pelo menos um, mas não todos (1Pe 4.10).
3) Tempo: Cada geração pode ou não ter todos os dons. Alguns dons foram concedidos para o estabelecimento, a fundação da Igreja (Ef 2.20)
C) Desenvolvimento: Essas capacidades podem e devem ser desenvolvidas por quem as tem.
D) Descrição: Listas de dons se encontram em Rm 12.6-8; 1Co 12.8-10, 28-30; Ef 4.11


X. A PLENITUDE DO ESPÍRITO
A) Definição:
Ter a plenitude do Espírito, ou ser cheio do Espírito, significa ser controlado pelo Espírito (Ef 5.18)
B) Características: 1) A plenitude do Espírito é uma ordem pra o crente (Ef 5.18, o verbo é um imperativo); 2) A plenitude é passível de repetição (At 2.4; 4.31); 3) A plenitude do Espírito produz semelhança a Cristo ( Gl 5.22,23)
C) Condições para Estar Cheio do Espírito: 1) Uma vida dedicada (consagrada): A submissão ao controle do Espírito, embora ordenada, é voluntária e exige atos de dedicação. Isto inclui dois aspectos: Dedicação Inicial (Rm 12.1,2) e a Dedicação Continua da Vida (Rm 8.14). 
2) Uma Vida Vitoriosa: Vitória diária sobre o pecado no cotidiano é uma necessidade para esse controle do Espírito (Ef 4.30). Isto significa reagir corretamente à luz da Palavra à medida que esta é revelada (1Jo 1.7)
3) Uma Vida de Dependência: Este é o significado de “andar no Espírito” (Gl 5.16).
D) Conseqüências: Ser cheio o controlado pelo Espírito significa: 1) Um caráter semelhante ao de Cristo ( Gl 5.22,23) ; 2) Adoração e Louvor (Ef 5.18-20); 3) Submissão (Ef 5.21) ; 4) Serviço (Jo 7.37-39)


XI. OUTROS MINISTÉRIOS DO ESPÍRITOEnsino: Jo 16.12-15; Orientação: Rm 8.14; Convicção: Rm 8.16; Intercessão: Rm; 8.26; Ef 6.18

 


quarta-feira, 14 de março de 2012

A HISTÓRIA DE GUILHERME COLGATE

UMA HISTÓRIA DE FÉ
Esta é a história da Colgate, na verdade do fundador da Colgate.
Guilherme Colgate nasceu em Kent na Inglaterra em 1783. Ele foi o fundador de uma pequena empresa em Nova Iorque em 1806, que viria se tornar a gigantesca Colgate-Palmolive. Inicialmente se dedicou à venda de goma, velas e sabões de produção caseira. Revelando sempre uma forte orientação para a comunicação, sua arrancada para o sucesso aconteceu inicialmente a partir de uma arrojada e inovadora campanha de divulgação feita em 1817, anunciando os seus produtos em jornais e colando cartazes pelas ruas. Tornou-se, então conhecido como o magnata do sabão. Ele fundou também o Colgate College em Nova Iorque, hoje uma importante universidade norte-americana. Faleceu em 1857, aos 74 anos. Após sua morte, a companhia passou a ser chamada de Colgate & Company (1857). Após seis anos de pesquisa com perfumes e essências, lançou no mercado (1872) o seu primeiro sabonete perfumado, o Cashmere Bouquet, que se manteve na preferência de muitos consumidores durante cerca de 120 anos. As inovações foram surgindo. No ano seguinte, foi lançado o produto que viria revolucionar a imagem da empresa: O creme dental Colgate. Inicialmente comercializado em latas, em 1896 passou a ser embalado em tubos de formato muito semelhantes aos atuais. Somente em 1928, associou-se à Palmolive Company, que se dedicava ao fabrico de sabonetes, constituindo assim a Colgate Palmolive Company. Aproveitando a notoriedade dos seus produtos, em especial, a pasta dental Colgate e o sabonete Palmolive, a nova companhia alargou as suas vendas e mesmo durante a II Guerra Mundial, manteve-se sempre na vanguarda das inovações. No final da guerra em 1945, lançou um novo produto, na categoria de limpeza caseira, o Ajax, passando, assim, a atuar em três mercados diferentes: Higiene oral, pessoal e limpeza caseira. Foi em 1953 que a empresa adotou a sua atual denominação social: Colgate-Palmolive. O que falei até aqui faz parte da história da administração.
Porém, há outro lado da história: a decisão espiritual de Guilherme Colgate. Com dezesseis anos de idade, Guilherme Colgate saiu da casa paterna, porque faltava pão. Na estrada, encontrou um velho conhecido crente, que, de joelhos, orou, fortalecendo sua fé.  E, também, profetizou a seu respeito: “Alguém” será brevemente, o principal fabricante de sabão em Nova Iorque. Espero que seja você. Seja homem prudente. Dê seu coração a Cristo. Lhe entregue de cada dólar que você receber, a parte que lhe pertence. Faça um sabão honesto, no peso dê uma libra inteira (454 gramas, ou seja, fácil de manusear e barato). Sei que você será abençoado. Guilherme quando entrou na cidade de Nova Iorque levava consigo tudo o que possuía, embrulhado numa toalha.
Com muita dificuldade que encontrou emprego. Com saudades de casa e lembrando-se das palavras amorosas da mãe e do velho amigo que o aconselhara a buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça, uniu-se assim à comunidade cristã no bairro onde residia.

Do primeiro dinheiro que recebeu, deu a décima parte a Deus. Não muito tempo depois de achar esse emprego, tornou-se sócio do patrão. Depois de alguns anos, morreu o patrão e Guilherme ficou como único dono da fábrica. Imediatamente ordenou ao seu contador que abrisse uma conta corrente chamada: DÍZIMO, e que lançasse ali a décima parte de todos os lucros da empresa. Guilherme Colgate prosperava. Os seus negócios cresciam. Sua família foi abençoada. O sabão que fabricava, tinha grande aceitação. Era “popular”. Ele enriqueceu como jamais pensara.

Colgate foi dizimista durante toda sua longa e bem sucedida vida comercial. Ele não se contentou com 10% de seus lucros, mas deu 20%, depois 30%, e finalmente, 50%, ou seja, a metade da sua renda para o trabalho de Deus no mundo. É fato comprovado.
Guilherme Colgate sentiu a necessidade de dar o dízimo porque reconheceu que Deus era doador de tudo quanto possuía, não somente da oportunidade em crescer como empresário, mas até mesmo dos elementos que eram usados na fabricação de seus produtos.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O QUE VOCÊ TEM BUSCADO EM DEUS E AINDA NÃO RECEBEU?

O QUE VOCÊ TEM BUSCADO EM DEUS E AINDA NÃO RECEBEU?

“Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.
Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei.
E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração”.
(Jeremias 29:11-13)


- Você tem BUSCADO a Deus com todo o seu coração?
Você tem fugido do pecado? Você tem resistido às tentações. Você tem sido fiel para com Deus, você tem perseverado em oração?

- Por que pedimos e não recebemos? Tg 4.3
São os nossos pecados que nos separam de Deus e não permitem que Deus responda as nossas orações – Is 59.1-3; 1Pe 3.7

- Você QUER tudo o que Deus tem para te dar?
Deus também quer TUDO de você. – Ap 3.13-22
Deus não recebe migalhas de ninguém. É tudo ou nada – Mc 12.30
Deus não precisa de migalhas do teu amor, Deus não precisa de migalhas da tua adoração, Deus não precisa de migalhas do teu tempo. Deus te quer por inteiro.

       - Você pode dar a Deus tudo o que Ele quer de você?
      QUEM é você em Cristo? – 2 Co 5.17
      Você já nasceu de novo? – Jo 3.3;
      Porque se você ainda nasceu de novo continua MORTO nos seus delitos e pecados - Ef 2.1-8.
Você quer ter uma NOVA vida com Deus? At 3.19.
BUSQUE A DEUS INCESSANTEMENETE2 Cr .7.14; Tg 4.7-10
SEJA SANTO. FUJA DA IMPUREZA Gl 5.19-22; TENHA FÉ - Hb 11.6

DEUS TE ABENÇOE.

FELIZ ANO NOVO! MAS ISSO VERDADEIRAMENTE SÓ É POSSÍVEL SE COLOCARMOS JESUS CRISTO ACIMA DE TUDO NAS NOSSAS VIDAS!

Pr. Expedito José.








terça-feira, 20 de dezembro de 2011

NÃO EXISTE FRACASSO

NÃO EXISTE FRACASSO

Uma sábia providência organizou os negócios da humanidade de tal maneira que todas as pessoa que chegam à idade da razão têm de carregar, de uma forma ou de outra, a cruz do fracasso.
O fracasso é geralmente aceito como maldição. Porém, poucas compreendem que o fracasso é um mal apenas quando aceito como tal, E muito poucos compreendem a grande verdade seguinte: o fracasso raramente é permanente.
Quase todas as pessoas que se consideram fracassos não fracassaram, na realidade. As mais das vezes, condições que se consideram fracassos não são mais do que derrotas temporárias
O que prova um homem é a luta que ele trava, a tenacidade que mostra cada dia; a sua resistência ante os embates, e os golpes repetidos da sorte. O covarde sorri quando nada se opões ao seu caminho. Mas é preciso ser homem, um homem forte, para ficar de pé e aplaudir os que se elevam.
O fracasso muitas vezes nos coloca numa situação na qual, para o futuro, devemos fazer um esforço extraordinário. Muitos homens têm tirado a vitória da derrota, lutando com as costas na parede, sem ter possibilidade de retirada.
Os golpes que recebemos na vida, os choques a que resistimos, as horas de tristeza e amargura, mostram o estofo de que somos feitos.
Quando a natureza quer fazer um homem, para realizações do futuro... Com que astúcia o prepara! Como o experimenta e estimula, e o atormenta, E o gera na pobreza... Quantas vezes o desaponta... como o consagra,
Não há fracasso. O que parece ser fracasso é apenas uma derrota temporária. Devemos pois certificarmo-nos de que não a aceitamos como permanente.
Com que prudência o oculta. E o forma, com quanto ele sofra humilhação, E o seu orgulho nunca esqueça! A natureza ordena que lute ainda mais, Isola-o para que apenas Lhe cheguem as mensagens de Deus, para que possa ter certeza de ensinar-lhe os planos de Deus.
Manda-o dominar paixões que não pode compreender, com que crueldade o impele. Com que terrível ardor o incita, mesmo amando-o mais que a todos. Ah! o clamor que deve despertar um líder, quando uma nação precisa ser salva. Eis que surge a final o dirigente. Quando o mundo encontra um HOMEM mostra então o seu plano a natureza.

(Napoleon Hill – A lei do triunfo)


Os fracassos de Abraão Lincoln
Era um belo projeto. Montar o seu próprio negócio e ganhar muito dinheiro. Parecia ser fácil ... mas não foi ... e em pouco tempo ... FALIU.
Mas êle levantou a cabeça e voltou a sonhar. Dessa vez iria ser um político e se candidataria a vereador da sua cidade ... Candidatou-se e ... FOI DERROTADO.
Mas êle não se deixou abater ... Voltou-se novamente para o mundo dos negócios e organizou uma pequena empresa ... Mas FALIU NOVAMENTE.
Pouco depois, SUA NOIVA MORREU e êle entrou em DEPRESSÃO profunda mas, aos poucos foi se refazendo e, desejando ser útil à sua sociedade, em breve candidatou-se novamente ... Dessa vez a deputado federal, mas outra vez ...FOI DERROTADO.
Porém, dono de uma grande persistência, não desistiu e no ano seguinte candidatou-se novamente, mas ... PERDEU DE NOVO.
Ninguém acreditava mais nele, mas êle decidiu enfrentar uma nova campanha para o congresso federal e candidatou-se outra vez , mas ... PERDEU DE NOVO.
Sua coleção de fracassos faria qualquer outro desistir, mas não êle e, então, candidatou-se novamente e, dessa vez para o Senado e ... PERDEUOUTRAVEZ.
Êle tinha tudo para desistir e achar que era um desafortunado, mas êle considerava que a verdadeira sorte não é gratuita, mas construída com labuta e, assim, levava ao pé da letra o velho adágio que nos diz que "os perdedores vêem a tempestade, mas os vencedores vêem os raios de sol, por trás das densas nuvens."
Êle estava ferido , mas não vencido e o seu próximo alvo foi concorrer à Vice-Presidência da república mas, na convenção partidária, RECEBEU UMA FLAGRANTE DERROTA.

Ainda outra vez candidatou-se ao Senado, mas foi NOVAMENTE DERROTADO.
Algumas pessoas pensaram que êle agora iria se isolar em alguma ilha distante e nunca mais falar em política, mas para o espanto de todos êle apareceu na convenção do seu partido e teve a audácia de dizer: "Eu quero me candidatar à Presidência da República!".
Todos ficaram perplexos ... "Isso é uma insanidade", pensavam ! ...
Mas vieram as eleições e finalmente chegou o resultado:
ABRAHAM LINCOLN FOI ELEITO O 16º PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA DO NORTE.

Será coisa surpreendente o fato de Abraham Lincoln ter se tornado mais tarde presidente dos Estados Unidos? De certa forma é, e de certa forma não. Ele poderia ter permitido que sua mente fosse vencida pelo fracasso e o desânimo. Afinal de contas, muitas pessoas agem assim e acabam se tornando prisioneiras do passado, incapazes de se libertar da imagem do fracasso. Lincoln, no entanto, não agiu dessa maneira.

A forma pela qual deixou deliberadamente para trás o fracasso não foi nenhum milagre - trata-se de um grande privilégio que está ao alcance de todo ser humano. O homem que se tornou presidente havia se empenhado em muitas lutas pela vida afora. Caso contrário não poderia ter sido o que foi, nem ter feito o que fez.

Quem terá melhores condições para se vingar de uma pessoa que lhe tenha feito mal do que o presidente dos Estados Unidos? Vejamos o que aconteceu cinco anos antes de Lincoln ter sido eleito Presidente da República.

Quando era advogado, uma grande empresa estava em dificuldades com a justiça e Lincoln tinha sido indicado pelo tribunal para trabalhar no caso em companhia de dois outros advogados. Mas esses dois advogados eram nomes famosos. Não gostavam da aparência de roceiro de Lincoln. Quando este, com muito sacrífício, preparava os papéis relativos ao caso, não se davam sequer o trabalho de lê-los, pior ainda, negavam-se a se sentar à mesa com ele. Era uma humilhação pública que devia ter-lhe doído amargamente.

Cinco anos se passaram. Lincoln, aquele homem de rosto magro e tristonho, foi eleito presidente da República. Logo, teve de escolher seus ministros, incluindo um Secretário da Guerra. Um homem se destacava como a melhor escolha para aquele posto de alta importância - Edward Stanton. E Lincoln lembrava ser Stanton um dos advogados que tanto o haviam humilhado no caso da empresa.

Apesar disso, nomeou Stanton Secretário da Guerra. Haverá alguma dúvida quanto ao fato de Lincoln ter se mantido senhor de si - para o bem dele e para o bem de todos?

Suponhamos que alguém o acuse de ser um "grande idiota". O que é que você faria? Ficaria aborrecido? Indignado? Eis o que Lincoln fez certa ocasião: Edward Stanton, Secretário da Guerra, disse, certa vez, que Lincoln era "um grande idiota". Stanton estava indignado porque Lincoln se intrometera nos seus assuntos. A fim de agradar a um político egoísta, Lincoln assinara uma ordem transferindo certos regimentos militares. Stanton não só se recusou a cumprir as ordens de Lincoln, como também disse que Lincoln era um grande idiota, por haver assinado tal ordem. Que aconteceu então? Quando contaram a Lincoln o que Stanton dissera contra ele, respondeu calmamente: "Se Stanton disse que eu sou um grande idiota, então é porque eu devo ser, pois ele quase sempre tem razão. O que tenho a fazer é sair e verificar por mim mesmo." Lincoln foi ver Stanton. Stanton convenceu-o de que a ordem estava errada - e Lincoln a anulou.

Lincoln aceitava a crítica quando sabia que era honesta, baseada em fatos.

É bom lembrar que Lincoln é considerado o maior Presidente da história dos Estados Unidos da América.

Portanto, se você se considera um derrotado, é porque está supervalorizando as suas derrotas. Derrotas só valem pelo passado, nunca pelo futuro. E, para recomeçar, basta seguir o exemplo de Lincoln, para quem a honra era a maior das competências.

Adaptação: Pr. Expedito José.